crítica

Trocos, recibos & resenhas. Um 2017 por Sergio Maciel (parte 2)

para ler a parte 1, onde, aliás, explico os procedimentos em jogo, clique aqui. sergio maciel * * *   Francesca Cricelli (16 poemas + 1, edição da autora: 2017).: Esse livro da Francesca dá um pano pra manga. Há coisa a ser dita sobre a questão editorial, comercial, poética e tradutória, afinal, aquilo que […]

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poesia, tradução

CARPE DIEM: 28 versões + 2, por Matheus Mavericco

Existem poemas que conseguem a tremenda felicidade de cravarem uma expressão ou uma palavra na cabeça dos leitores. Nem sempre é sinal de qualidade. Veja o caso de “passar pela vida em branca nuvem”, expressão usada por nossos avós e que foi retirada de um poema de Francisco Otaviano, patrono da cadeira de número 13 […]

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crítica, xanto

XANTO| “Descalço/nos/trópicos/sobre/pedras/portu/guesas” de Thiago Camelo, por Alexandre Werneck

DESCALÇO NOS TRÓPICOS SOBRE PEDRAS PORTU GUESAS (2017) Thiago Camelo, Nós Ao iniciarmos a leitura de Descalço/nos/trópicos/sobre/pedras/portu/guesas — o título nos é apresentado em verso, em um movimento que parece sugerir mais do que um performatismo de design —, nos deparamos com uma descrição: um avião, uma mulher que dorme, uma turbulência, um idoso. Essa […]

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entrevista

Um fato no limite da nudez: entrevista com Manuel de Freitas, por Fabio Weintraub

Por ocasião do lançamento de Suite de pièces que l’on peut jouer seul (São Paulo: Corsário-Satã, 2017, 168 p., R$ 50,00), sua terceira antologia de poemas publicada no Brasil, o poeta português Manuel de Freitas concedeu ao Escamandro a entrevista que você lerá a seguir. Nascido no Vale de Santarém em 1972, Freitas publicou seu […]

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tradução

Haicai da rã, de Bashô, por Matheus Mavericco

A internet funciona assim: você está lendo um texto, por exemplo este, clica em dois links, por exemplo esse aqui e esse aqui, e então sua cabeça estoura. Dezenas de traduções, paródias e paráfrases para um poema composto de dez caracteres nipônicos, desses que um tatuador entediado gravaria no seu cóccix em quinze minutos no […]

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xanto

XANTO | Consciência do cadafalso (sobre ‘Últimos poemas’, de José Miguel Silva), por Pádua Fernandes

Últimos poemas (Lisboa: Averno, 2017) parece fechar um ciclo na obra de José Miguel Silva. Em seu primeiro livro, O sino de areia (Porto: Gilgamesh, 1999), incluiu alguns poemas a partir de filmes, indicando-os nos títulos. Da filmografia japonesa selecionada, interessava ao poeta “O último dos homens” (“Viver – A. Kurosawa”), um “abrigo” “Antes que […]

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crítica, poesia

O resto é rosto: rastros Do ínfimo, de Maria João Cantinho; por Danielle Magalhães

Começo a ler Do ínfimo e algo retém minha atenção desde antes do começo: o índice. Demoro meu olhar nos títulos dos poemas. Ainda que não estejam explicitamente lá, três momentos me chegam a partir da indicação de leitura sugerida: 1) assombrar, 2) nomear, 3) velar. Poderia dizer isso de outro modo:  primeiro, o assombro; […]

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