Yasmin Nigri

Yasmin Nigri (1990), carioca, é graduada em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense, onde cursa atualmente o mestrado na linha de Estética e Filosofia da arte. É membro da Oficina Experimental de Poesia, que acontece toda quarta-feira, no Méier. Feminista, cofundadora e integrante do coletivo DISQUE MUSA, participa também de um cartel lacaniano vinculado à Escola Brasileira de Psicanálise. Teve poemas publicados já na revista Mallarmargens. … Continuar lendo Yasmin Nigri

Sansão Agonista

(para mais sobre John Milton, cf. nossos posts anteriores sobre o seu Paraíso Perdido e Reconquistado) Publicado em 1671, num volume que o incluía junto com o Paraíso Reconquistado, o Samson Agonistes, ou Sansão Agonista, de John Milton, é uma peça nos moldes de tragédia grega sobre a história do israelita Sansão, contada no Antigo Testamento, em Juízes 13-16 (mais sobre o contexto do livro … Continuar lendo Sansão Agonista

Diego Callazans (1982)

Autor dos livros Nódoa (7Letras, 2015) e A poesia agora é o que me resta (Patuá, 2013) e do minilivro Blasfêmias (7Letras, 2015), Diego Callazans nasceu em 1982 em Ilhéus, mas mora em Aracaju desde os cinco anos. Tem poemas publicados em diversas revistas literárias.   [mingau] e, pela beira, a colher veleja. a boreste topa tormenta frouxa. – antes fosse sopa. desce mal. – … Continuar lendo Diego Callazans (1982)

Jeanne Callegari (1981)

Jeanne Callegari é poeta e jornalista. Nasceu em Uberaba, MG, em 1981, e cursou Jornalismo na UFSC, em Florianópolis. Escreveu o livro Caio Fernando Abreu: Inventário de um Escritor Irremediável (Seoman, 2008), biografia do autor gaúcho. Seu primeiro livro de poemas, Miolos Frescos, sai em breve pela editora Patuá. Faz parte do grupo de autores que criou o projeto Escritores na Estrada, que vai passar … Continuar lendo Jeanne Callegari (1981)

O Cântico de Débora (Juízes 5)

O Cântico de Débora, ou Shirat Devorah (שירת דברה), em hebraico, também chamado de O Cântico de Débora e Barak, um poema bíblico que ocupa todo o capítulo 5 do livro de Juízes, faz parte da dupla do que há de mais antigo dentre todos os textos da Bíblia Hebraica, ao lado do Cântico do Mar, em Êxodo 15, como comentam os estudiosos da área … Continuar lendo O Cântico de Débora (Juízes 5)

H.D. (1886 – 1961)

Hilda Doolittle, conhecida pelas iniciais H.D. com as quais assinava suas obras e apelidada de H.D. Imagiste por Ezra Pound, foi uma figura importante do imagismo e da poesia modernista em geral. Além de poeta, foi também romancista e tradutora do grego antigo, deixando uma obra vasta que não foi ainda explorada direito em português – e, de fato, parece que, a não ser que … Continuar lendo H.D. (1886 – 1961)

o sequestro de “os três mal-amados”, de João Cabral, por Ernesto von Artixzffski

João Cabral de Melo Neto (1920 – 1999) é o tipo de figura que dispensa maiores apresentações. No breve ensaio que segue, de autoria de Sergio Maciel (aka Ernesto von Artixzffski), o jovem poeta e tradutor comenta aqui o segundo livro de João Cabral, Os três mal-amados, contrastando sua leitura com a de Haroldo de Campos, para quem o volume seria “uma incursão sem maior … Continuar lendo o sequestro de “os três mal-amados”, de João Cabral, por Ernesto von Artixzffski

Emily Dickinson e suas traduções – parte V

[Para as outras postagens deste ciclo: parte I (biografia, introdução, mais uma tradução de P. H. Britto), parte II (a tradução de Ivo Bender), parte III (Isa Mara Lando), parte IV (Augusto de Campos)] Para quem ainda lembra, já passou e muito da hora, creio, de retomar esse ciclo de postagens. Depois de vermos uma breve introdução, a tradução de Ivo Bender, a de Isa … Continuar lendo Emily Dickinson e suas traduções – parte V

um poema inédito de Ernesto von Artixzffski

O Ernesto teve seu début aqui no escamandro há pouco mais de um ano (clique aqui) com alguns poemas próprios, e desde então com frequência tem contribuído com traduções de poetas como René Depestre, Roque Dalton, Salvatore Quasimodo e Ungaretti, enquanto desenvolve um projeto, mais a longo prazo, de traduzir o francês Paul Valéry. Deu as caras também em revistas como Mallarmargens, Germina Literatura e … Continuar lendo um poema inédito de Ernesto von Artixzffski

“A descida de Inana ao mundo dos mortos”

“A descida de Inana ao mundo dos mortos” é o principal texto por trás de um dos mitos mais célebres do Oriente Médio: a narrativa de Tâmuz e Ištar. Como se sabe, Tâmuz era um deus da vegetação, consorte da deusa do amor, do sexo, da fertilidade e da guerra, e a cada ano, ao chegar o solstício de verão, quando ele morre e renasce, … Continuar lendo “A descida de Inana ao mundo dos mortos”