Ao Kurnúgu, à terra sem retorno (Descida de Ishtar ao Mundo dos Mortos) – tradução de Jacyntho Lins Brandão

Ao Kurnúgu, à terra sem retorno (Descida de Ishtar ao Mundo dos Mortos) Tradução de Jacyntho Lins Brandão   [1] Ao Kurnúgu, à terra sem retorno, Ishtar, filha de Sin, seus ouvidos voltou, E voltou, a filha de Sin, seus ouvidos   [4] À casa trevosa, sede do Irkalla, À casa onde quem entra não sai, À jornada da rota sem volta,   [7] À … Continuar lendo Ao Kurnúgu, à terra sem retorno (Descida de Ishtar ao Mundo dos Mortos) – tradução de Jacyntho Lins Brandão

Sîn-lēqi-unnini, Ele o abismo viu, série de Gilgámesh, tabuinha 6 – Tradução de Jacyntho Lins Brandão

  A sexta tabuinha da versão clássica do poema de Gilgámesh (cerca de 1200 a. C.) traz um episódio completo: após vencer e eliminar Húmbaba, o guardião da floresta de cedros, Gilgámesh reveste-se com sua glória e desperta o desejo da deusa Ishtar, que o assedia; a resposta do herói é incisiva, desrespeitosa e irônica ao ponto de ser cômica; ofendida, a deusa solicita que … Continuar lendo Sîn-lēqi-unnini, Ele o abismo viu, série de Gilgámesh, tabuinha 6 – Tradução de Jacyntho Lins Brandão

A prece de Nínsun (Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu, serie de Gilgámesh, tabuinha 3, v. 13-135) – tradução do acádio por Jacyntho Lins Brandão

É usual na tradição médio-oriental que as obras sejam conhecidas a partir de suas primeiras palavras, como, neste caso: ša naqba imuru (literalmente, ‘aquele que o abismo viu’). Esse é o título original do que, desde o século XIX, se costuma chamar poema ou epopeia de Gilgámesh. A atribuição do texto a Sîn-lēqi-unninni encontra-se em catálogo redigido no primeiro terço do primeiro milênio a. C. e achado … Continuar lendo A prece de Nínsun (Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu, serie de Gilgámesh, tabuinha 3, v. 13-135) – tradução do acádio por Jacyntho Lins Brandão

Vinícius Leonardi (1984)

Vinícius Leonardi (1984) cresceu na cidade de Lapa-PR e mora em Curitiba. Interrompeu curta carreira em estudos de matemática e física teórica, dedicando-se desde então a outras ocupações. Interessa-se por literatura, filosofia e teologia. Escreve no blog http://www.aragemdeideias.blogspot.com.br/   Fluxo Estremece a monotonia das rochas vence o lodo ensanguentado ao vento jorrando carrega miríades veladas. Vigor em vales, alcança frutos silencia o céu delicia lágrimas … Continuar lendo Vinícius Leonardi (1984)

Anacreonte

Natural de Téos, Ásia menor, Anacreonte viveu entre os séculos VI e V a.C. Frequentou a corte de Polícrates, em Samos, e, quando este foi assassinado pelos persas em 522, mudou-se para Atenas, onde participou da corte do tirano Hiparco. Foi bastante popular, tanto em vida quanto depois de sua morte. Máximo de Tiro dizia que até mesmo as crianças o amavam por suas palavras … Continuar lendo Anacreonte

Rua Musas

Saiu, na semana passada, o meu livro, Rua Musas, publicado pela  Patuá. Achei que a edição, em capa dura, ficou muito bonita.     Aproveitando o lançamento, gostaria de colocar aqui a apresentação do livro feita pelo  Hugo Langone  (ah, o livro pode ser adquirido pelo site da Patuá: http://www.editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=203 ): “A poesia de Bernardo parece exigir que o mundo todo se cale para que possam … Continuar lendo Rua Musas

D.H. Lawrence – Mystic (tradução de Lucas Haas Cordeiro)

O poema Mystic faz parte do livro Snake and other poems. Além da curiosa temática sobre animais, Lawrence explora a mística como tema central em vários pontos do livro. Trata da experiência cotidiana que, tornada transcendente por certa disposição de espírito específica – leia-se profunda e expansiva -, reencontra um elemento de religiosidade que vai além dos dogmas e das palavras, porque sustenta-se na polivalência do absurdo, naquilo que … Continuar lendo D.H. Lawrence – Mystic (tradução de Lucas Haas Cordeiro)

S. João da Cruz – Poemas Selecionados

(Saiu recentemente pela 7Letras uma coletânea de poemas de S. João da Cruz, com tradução de Hugo Langone e um prefácio meu. Gostaria de aproveitar a oportunidade para postar  o início do prefácio e dois dos poemas traduzidos) Juan de Yepes Álvarez nasceu em 24 de junho de 1542, em Frontiveros, uma pequena cidade situada ao noroeste da província de Ávila, e morreu em 14 … Continuar lendo S. João da Cruz – Poemas Selecionados