XANTO| Poesia brasileira, livros da década, parte VIII

uma casa para conter o caos dez anos de poesia brasileira [2008 – 2018]seleção, textos & notasGustavo Silveira Ribeiro Continuamos aqui a série de pequenos comentários sobre os livros da década, segundo o crítico Gustavo Silveira Ribeiro. * * * lamber o mundo com a própria línguaCiclo do amante substituível2012 – 7LetrasRicardo Domeneck[Bebedouro – 1977] Ao desdobrar alguns motivos e imagens de seu livro imediatamente … Continuar lendo XANTO| Poesia brasileira, livros da década, parte VIII

XANTO|Poesia brasileira, livros da década: parte VII

uma casa para conter o caosdez anos de poesia brasileira[2008 – 2018] Parte VII Como anunciado e, agora, dando continuidade, seguimos hoje com a série de livros escolhidos pelo professor Gustavo Sivleira Ribeiro. A quem não tenha visto os posts anteriores, vale reforçar o anúncio: os livros não estão aqui numa numeração qualitativa de lista; o projeto aqui não é esgotar o interesse da poesia brasileira, … Continuar lendo XANTO|Poesia brasileira, livros da década: parte VII

XANTO|Poesia brasileira, livros da década: partes V e VI

uma casa para conter o caos dez anos de poesia brasileira [2008 – 2018] Partes V & VI Como anunciado e, agora, dando continuidade, seguimos hoje com a série de livros escolhidos pelo professor Gustavo Silveira Ribeiro. A quem não tenha visto os posts anteriores, vale reforçar o anúncio: os livros não estão aqui numa numeração qualitativa de lista; o projeto aqui não é esgotar … Continuar lendo XANTO|Poesia brasileira, livros da década: partes V e VI

XANTO|Poesia brasileira, livros da década: partes I e II

uma casa para conter o caosdez anos de poesia brasileira [2008 – 2018] O professor da UFMG e crítico Gustavo Silveira Ribeiro escolhe e comenta os livros mais importantes da última década na poesia brasileira. Uma série de brevíssimos ensaios sobre algumas das vozes que marcaram a lírica contemporânea de 2008 para cá. Antecipamos aqui os dois textos da série, que em breve estará, completa, … Continuar lendo XANTO|Poesia brasileira, livros da década: partes I e II

Poesia e revolução, por Sophia de Mello Breyner Andresen

Gostaríamos de agradecer a Leonardo Gandolfi, que escavou esta fala de 1975 de Sophia de Mello Breyner Andresen, e a Tarso de Melo que nos apresentou, além de dar as devidas graças a Claudia Abeling, que fez a gentileza imensa de transcrever todo o texto a partir da seguinte referência: In: Sophia de Mello Breyser Andresen. O nome das coisas. Lisboa: Moraes, 1977. 1ª ed. … Continuar lendo Poesia e revolução, por Sophia de Mello Breyner Andresen

XANTO|Um poema de Marília Garcia entre a voz e o ruído: a desorientação e o aqui-e-agora em Câmera Lenta, por Rafael Zacca

“Esse é o dado melancólico de sua escrita: a poeta tem consciência de seu desligamento temporal, de sua anacronia, e da própria anacronia entre os poemas e a experiência. Por isso, angustia a poeta a impossibilidade de transportar o seu aqui-e-agora para o leitor, já que o desligamento entre palavras e coisas desinveste o poema de seu caráter mediador, isto é, de sua função de transmissão de experiências.”
Rafael Zacca escreve sobre Marília Garcia. Continuar lendo XANTO|Um poema de Marília Garcia entre a voz e o ruído: a desorientação e o aqui-e-agora em Câmera Lenta, por Rafael Zacca

XANTO | Estudando a voz de Edimilson de Almeida Pereira, por André Capilé

Contenda: palavra que interessa, muito e de perto, dada a tensa operação entre os circuitos pelos quais transita Edimilson. A justa disposição para o jogo, nem sempre evidente em seu regramento, de arregimentar cenas da memória vivida, junto da infensa tarefa de levantar os documentos do escorbuto e dos escombros, mais a experiência de campo na escavação de si mesmo na voz de outros, encampam … Continuar lendo XANTO | Estudando a voz de Edimilson de Almeida Pereira, por André Capilé

XANTO| Versos de um fel antirracista — Lubi Prates por Bruno Vieira

“Não podemos esquecer que estamos em tempos sombrios. Tempos nos quais é fácil desacreditar e paralisar diante o inimigo. Por isso, um corpo negro pode ser um texto triste, cuja melancolia não aponta para a morte, mas apresenta como tem sido possível a existência e a resistência de corpos negros, diversos e diferentes, nesse nosso Brasil que se coloca acima de todos.”

Bruno Vieira escreve sobre “um corpo negro”, de Lubi Prates Continuar lendo XANTO| Versos de um fel antirracista — Lubi Prates por Bruno Vieira

É ISTO UMA MULHER? #1, por Nina Rizzi

Participei em junho deste ano da graça de doismilizezoito do Festival Vida & Arte, promovido pelo Jornal O Povo, no debate intitulado “E a mulher escreveu o mundo”, com Ana Paula Maia, Juliana Diniz e Marília Lovatel.  Em um dado momento comentei uma entrevista com Ana Paula Maia em que o entrevistador ressaltava o talento e êxito de suas narrativas por não se parecem em … Continuar lendo É ISTO UMA MULHER? #1, por Nina Rizzi

De-estar, entrestrelas: 2 poemas de Age de Carvalho, com um comentário de Mayara Ribeiro Guimarães

SEGUES TUA ESTRELA,
embaixo,
além-nuvens, o fulgurante mergulho
no subcéu interior.

Teu ovário está lindo,

são quatro novos folículos
em posição,
feno e berço da hipótese deposta
à tua porta,

                   bem-vindas

as quatro estrelas subterrâneas
abrilhantando a noite possante
de teu ventre

em cripta. Continuar lendo De-estar, entrestrelas: 2 poemas de Age de Carvalho, com um comentário de Mayara Ribeiro Guimarães