Sîn-lēqi-unnini, Ele o abismo viu, série de Gilgámesh, tabuinha 6 – Tradução de Jacyntho Lins Brandão

  A sexta tabuinha da versão clássica do poema de Gilgámesh (cerca de 1200 a. C.) traz um episódio completo: após vencer e eliminar Húmbaba, o guardião da floresta de cedros, Gilgámesh reveste-se com sua glória e desperta o desejo da deusa Ishtar, que o assedia; a resposta do herói é incisiva, desrespeitosa e irônica ao ponto de ser cômica; ofendida, a deusa solicita que … Continuar lendo Sîn-lēqi-unnini, Ele o abismo viu, série de Gilgámesh, tabuinha 6 – Tradução de Jacyntho Lins Brandão

A prece de Nínsun (Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu, serie de Gilgámesh, tabuinha 3, v. 13-135) – tradução do acádio por Jacyntho Lins Brandão

É usual na tradição médio-oriental que as obras sejam conhecidas a partir de suas primeiras palavras, como, neste caso: ša naqba imuru (literalmente, ‘aquele que o abismo viu’). Esse é o título original do que, desde o século XIX, se costuma chamar poema ou epopeia de Gilgámesh. A atribuição do texto a Sîn-lēqi-unninni encontra-se em catálogo redigido no primeiro terço do primeiro milênio a. C. e achado … Continuar lendo A prece de Nínsun (Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu, serie de Gilgámesh, tabuinha 3, v. 13-135) – tradução do acádio por Jacyntho Lins Brandão

Anacreonte

Natural de Téos, Ásia menor, Anacreonte viveu entre os séculos VI e V a.C. Frequentou a corte de Polícrates, em Samos, e, quando este foi assassinado pelos persas em 522, mudou-se para Atenas, onde participou da corte do tirano Hiparco. Foi bastante popular, tanto em vida quanto depois de sua morte. Máximo de Tiro dizia que até mesmo as crianças o amavam por suas palavras … Continuar lendo Anacreonte

Rua Musas

Saiu, na semana passada, o meu livro, Rua Musas, publicado pela  Patuá. Achei que a edição, em capa dura, ficou muito bonita.     Aproveitando o lançamento, gostaria de colocar aqui a apresentação do livro feita pelo  Hugo Langone  (ah, o livro pode ser adquirido pelo site da Patuá: http://www.editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=203 ): “A poesia de Bernardo parece exigir que o mundo todo se cale para que possam … Continuar lendo Rua Musas

S. João da Cruz – Poemas Selecionados

(Saiu recentemente pela 7Letras uma coletânea de poemas de S. João da Cruz, com tradução de Hugo Langone e um prefácio meu. Gostaria de aproveitar a oportunidade para postar  o início do prefácio e dois dos poemas traduzidos) Juan de Yepes Álvarez nasceu em 24 de junho de 1542, em Frontiveros, uma pequena cidade situada ao noroeste da província de Ávila, e morreu em 14 … Continuar lendo S. João da Cruz – Poemas Selecionados

Samizdat 36

Acabou de sair o número 36 da revista Samizdat. Segundo os editores da revista, explicando sua concepção, “as samizdats surgiram na União Soviética e visavam contornar uma máquina de censura e exclusão, por isto, cada autor e leitor tinham a missão de fazer uma cópia dos textos e passar adiante. Nossa SAMIZDAT também visa contornar uma estrutura excludente – o mercado literário -, que ignora e … Continuar lendo Samizdat 36

Venha forte a madrugada – bernardo lins brandão

venha forte a madrugada silenciar, entre livros e um bule de chá o olhar esquivo da saudade venderam nossa rua os sonhos, tolos, ficaram encharcados do ruído das máquinas de construção mas nos feriados de abril que eles voltem renovados nos coroem de flores nos perfumem os cabelos e a face nos façam rir às gargalhadas e aguardar o encontro entre o céu e as … Continuar lendo Venha forte a madrugada – bernardo lins brandão

4 traduções no jornal relevo

Essas quatro traduções – feitas por nós quatro do escamandro, cada um trabalhando com um idioma diferente e com um autor já trabalhado aqui – foram publicadas no Jornal RelevO, edição de novembro de 2012, disponível em versão impressa, mas também online, clicando aqui. Um poema de Rumi, via Coleman Barks I eis a alquimia da condição humana: no momento em que são aceitas as … Continuar lendo 4 traduções no jornal relevo