O eterno nas letras brasileiras

Gostaria de apresentar aqui um interessante artigo crítico de Murilo Mendes, escrito para o boletim da sociedade Felipe d’Oliveira, sobre o eterno nas letras brasileiras modernas, de 1936. O texto é útil não apenas para entendermos melhor as concepções artísticas e filosóficas que estão por trás de alguns livros escritos por Murilo como Tempo e Eternidade e O Visionário, mas também por apresentar um panorama … Continuar lendo O eterno nas letras brasileiras

Ingeborg Bachmann

Nascida em Klagenfurt, Áustria, em 1926, Ingeborg Bachmann se tornou uma das mais interessantes poetas de língua alemã do pós-guerra. Influenciados pela poesia de Rilke e Celan, mas também por filósofos como Heidegger e Wittgenstein (doutorou-se em filosofia pela Universidade de Viena com a tese Recepção Crítica da Filosofia Existencial de Martin Heidegger), seus poemas, repletos de evocações da natureza e imagens herméticas apontam para o silêncio … Continuar lendo Ingeborg Bachmann

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we have kept our erasers in order (propércio via ezra pound) centésimo post é motivo de comemoração principalmente principalmente se principalmente se se trata de um blog de poesia tradução e crítica coordenado por quatro grandes desconhecidos a meio caminho da província completa então bem que cabe uma historieta ouçam bota um ano e meio na conta trocas de emails sobre poesia mais do que … Continuar lendo 100

Versões de um poema de Rumi

A poesia de Rumi é, para usar as palavras de Plotino a respeito da alma, como o ouro que deve ser purificado para mostrar seu esplendor. Como se trata de um místico persa do século XIII, alguns de seus símbolos e formulações são quase ininteligíveis para nós. No entanto, apesar de toda a distância , no espaço e no tempo, alguns de seus versos ainda … Continuar lendo Versões de um poema de Rumi