XANTO | tremor e delicadeza na poética de Camillo César Alvarenga, Por Rubens da Cunha

“oxalufã”, por Salamanda Em “À procura da poesia”, Carlos Drummond escreve: “Chega mais perto e contempla as palavras. / Cada uma / tem mil faces secretas sob a face neutra / e te pergunta, sem interesse pela resposta, / pobre ou terrível, que lhe deres:trouxeste a chave?” A princípio, as palavras fazem essa pergunta para aqueles que se propõema escrever. Aqui, penso também que essa … Continuar lendo XANTO | tremor e delicadeza na poética de Camillo César Alvarenga, Por Rubens da Cunha

Langston Hughes, por Camillo César Alvarenga

Iniciei este texto em 2015, revisando agora para esta publicação. O ensaio nasce de um texto em inglês que lia sobre o autor e que deu origem a estas breves linhas que grafei aqui. Em especial, a tradução de “Good Morning Revolutions” não é inédita, publiquei antes num blog junto a “The Negro Speak of Rivers”, fora estas duas exceções, todas as outras versões em … Continuar lendo Langston Hughes, por Camillo César Alvarenga