César Vallejo, por Fred Girauta

“II

            Tempo Tempo.

      Meiodia estancado entre relentos
Bomba emburrada do quartel esguicha
tempo tempo tempo tempo.

                Era Era.

      Galos cocorocam ciscando em vão.
Boca do claro dia que conjuga
era era era era.

                Amanhã Manhã

      O repouso quente que há de ser.
Pensa o presente me guarda para
amanhã manhã amanhã manhã

                Nome Nome.

      Que se chama tudo que nos feriça?
Se chama Omesmo que padece
nome nome nome nomE.”

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3 poemas de césar vallejo por felipe paradizzo

César Vallejo, escritor peruano nascido em Santiago de Chuco, em 1892, pertence ao conjunto dos maiores poetas do castelhano. Vallejo publicou em Lima seus dois primeiros livros, Los Heraldos Negros (1918) e Trilce (1922), o segundo seria reeditado quatorze anos mais tarde em Madri, para onde o poeta se muda por um curto espaço de tempo após sua estada em Paris. As duas últimas obras … Continuar lendo 3 poemas de césar vallejo por felipe paradizzo