Donizete Galvão por Eduardo Sterzi

Perda e salvação O poeta Donizete Galvão – meu amigo Doni – morreu no dia 30 de janeiro de 2014. Tinha 58 anos, era mineiro de Borda da Mata e vivia em São Paulo desde 1979. Sua obra consiste fundamentalmente em oito livros de poemas: Azul Navalha (Excelsior, 1988), As faces do rio (Água Viva, 1991), Do silêncio da pedra (Arte Pau-Brasil, 1996), A carne … Continuar lendo Donizete Galvão por Eduardo Sterzi

Donizete Galvão (1955-2014), in memoriam

A caminho de que Ítaca Branca e rochosa nos perdermos? (“Figan ta Pedia”, Donizete Galvão) Há um descompasso grande que praticamente funda toda literatura: se as obras ficam, por outro vão-se os homens; a leitura é, no geral, a marca de uma ausência do corpo pela presença do texto; & a regra é lermos quase sempre nossos ilustres desconhecidos, pela distância ou pelo tempo, nomes … Continuar lendo Donizete Galvão (1955-2014), in memoriam

poemas d’alta noite, de donizete galvão (1955)

donizete galvão é mineiro nascido em borda da mata, em 1955, porém apaulistanado há décadas, desde 1979. foi já em sampa, onde trabalhou como jornalista & publicitário, que começou sua carreira publicada de poeta, uma carreira hiperpremiada & indicada, diga-se de passagem, da qual listo apenas alguns livros: Azul navalha (1988, livro de estreia, prêmio APCA de revelação & indicação ao jabuti), A carne e o … Continuar lendo poemas d’alta noite, de donizete galvão (1955)