Judy Grahn, por Nina Rizzi

Judy Grahn nasceu em 1940 em Chicago, Illinois. Atualmente mora na Califórnia e leciona no California Institute of Integral Studies, no New College of California e no Institute for Transpersonal Psychology, onde ensina mitologia feminina e literatura antiga, Consciência Metafórica (uma filosofia criada por Grahn) e Parentesco Incomum – um curso que usa teorias de sua filosofia metafórica. Filha de pai cozinheiro e mãe assistente … Continuar lendo Judy Grahn, por Nina Rizzi

Eunice de Souza, por Hugo Lorenzetti Neto

Eunice de Souza, uma das mais importantes poetas indianas que se expressou em língua inglesa, escreveu por cerca de três décadas. Sucinta, imediata, aforística, a um tempo delicada e cruamente irônica, a poesia da escritora goesa revela um sentido particular de individualidade e de feminismo. Eunice de Souza parte de seu depoimento como indivíduo, tratando de temas como amor e família, para comentar a hipocrisia … Continuar lendo Eunice de Souza, por Hugo Lorenzetti Neto

O erótico, a sexualidade e o amor na escrita de Cheryl Clarke, por Thamires Zabotto

(Thamires Zabotto é tradutora e já deu as caras aqui no escamandro anteriormente, com sua tradução e comentário dos poemas de influência iorubá de Audre Lorde (clique aqui)) Cheryl Clarke (1947 –) é poeta, educadora, teórica, ativista feminista negra e lésbica. Estudou na Universidade Howard e fez mestrado e doutorado em Inglês na Universidade Rutgers, onde lecionou desde 1970. Participou do Departamento de Mulheres e … Continuar lendo O erótico, a sexualidade e o amor na escrita de Cheryl Clarke, por Thamires Zabotto

A invocação dos Orixás na poesia de Audre Lorde, por Thamires Zabotto

Nascida em Nova York em 1934, a poeta, ensaísta e ativista Audre Lorde é reconhecida como uma das figuras mais importantes do feminismo e da luta contra o racismo e a homofobia/lesbofobia nos EUA. Após suas primeiras publicações na revista New Negro Poets, USA, de Langston Hughes ao longo dos anos de 1960, seu livro de estreia na poesia, The First Cities, foi lançado em … Continuar lendo A invocação dos Orixás na poesia de Audre Lorde, por Thamires Zabotto

Vozes, de Ana Luísa Amaral

Ana Luísa Amaral é uma autora lisboeta nascida em 1956. Licenciou-se em Letras Germânicas na Faculdade de Letras do Porto, onde leciona até hoje. Completou uma tese de doutorado sobre Emily Dickinson (que pode ser baixada e lida clicando aqui), cujos poemas ela também já traduziu e publicou no volume Cem Poemas (ed. Relógio d’Água, 2010), uma edição que infelizmente me parece bastante difícil de … Continuar lendo Vozes, de Ana Luísa Amaral

Cunt Shakespeare, de Dodie Bellamy

Dodie Bellamy é uma autora feminista experimental norte-americana associada ao movimento literário da New Narrative das décadas de 1970 e 1980, ao lado de figuras como Kathy Acker (1947 – 1997) e Dennis Cooper (1953 – ). Como diz a breve notinha introdutória à sua entrevista para a revista Paris Review, ela escreve obras “genre-bending” (ô, termo difícil de traduzir: eu arriscaria algo como “subversoras … Continuar lendo Cunt Shakespeare, de Dodie Bellamy

Maya Angelou (1928 – 2014), in memoriam

É difícil fazer uma apresentação razoável sobre a figura de Marguerite Annie Johnson, mais conhecida como Maya Angelou, com sua carreira longa e vida conturbada. Mulher negra nascida no final da década de 1920 no sul dos EUA, pouco após o período chamado de “nadir das relações raciais da América”, é evidente que boa parte de sua vida foi repleta de sofrimento, incluindo episódios dolorosíssimos … Continuar lendo Maya Angelou (1928 – 2014), in memoriam

Mina Loy (1882-1966)

nascida mina gertrude löwry, em londres, mina loy foi uma espécie de pau-pra-toda obra das artes anglófonas no período de vanguarda: poeta, romancista, artista visual, cientista, atriz & manguaceira; viajou/morou em nova iorque, florença, cidade do méxico, paris, munique &c, onde participou de uma série de movimentos do início do séc. xx, além de ter feito um grande serviço na defesa do feminismo (escreveu um … Continuar lendo Mina Loy (1882-1966)