perverter cummings, achar ungaretti

  ontem o matheus mavericco fez uma bela postagem sobre o poema mais famoso de e.e.cummings por estas plagas. bateu aquela vontade de traduzir, mas acabei pervertendo, o que é uma forma honesta de versão. aqui vão elas, sem mais. guilherme gontijo flores § a primeira é um contracummings que celebre a rosa em flor, num movimento de interioridade que pode apontar para a pluralidade … Continuar lendo perverter cummings, achar ungaretti

giuseppe ungaretti, por ernesto von artixzffski

giuseppe ungaretti (alexandria, 1888 – milão 1970) talvez seja, do dito grupo dos herméticos – se é que assim se pode classificá-lo -, o mais plural representante. soldado na primeira guerra mundial, lutou na província de trieste. escreveu alguns poemas em francês – publicados sob o título de derniers jours em 1919 – e lecionou durante cinco (1937-42) na USP. ainda que a ele se … Continuar lendo giuseppe ungaretti, por ernesto von artixzffski

4 traduções no jornal relevo

Essas quatro traduções – feitas por nós quatro do escamandro, cada um trabalhando com um idioma diferente e com um autor já trabalhado aqui – foram publicadas no Jornal RelevO, edição de novembro de 2012, disponível em versão impressa, mas também online, clicando aqui. Um poema de Rumi, via Coleman Barks I eis a alquimia da condição humana: no momento em que são aceitas as … Continuar lendo 4 traduções no jornal relevo

giuseppe ungaretti

pra mim, a coisa é simples: o poeta egipto-italiano giuseppe ungaretti (1888-1970) não é um gênio (nós temos gênios demais à solta, ou, relembrando uma passagem do homem sem qualidade de musil, estamos num tempo em que até cavalos são geniais…), não, ungaretti não é um gênio; ele é um mestre; pra mim, ele é uma entidade da poesia. Digo isso porque sua poesia não … Continuar lendo giuseppe ungaretti