Goethe (28/08/1749 – 22/03/1832), por Daniel Martineschen

Hoje lembramos do falecimento do velho poeta de Weimar, do olímpico, do rival de Schiller (ele se via mais como rival do que rivalizado), do humanista, do neptuniano (que não acreditava em revoluções, mas em evoluções graduais – oh, sabia de nada, inocente…), do pensador que idealizava um mundo unido pela literatura – essa Literatura Mundial, Weltliteratur, que circula o globo e é qual phármakon, … Continuar lendo Goethe (28/08/1749 – 22/03/1832), por Daniel Martineschen

“A traição da moendeira”, de Goethe, por Mauricio Mendonça Cardozo

“[…]
Estranhamente abandonou o seu chatô,
Onde ele sempre diversão pôde encontrar,
E se ele não tivesse em mãos o seu mantô,
Mas que vergonha que ele então iria passar!
Pois foi assim que alguém, pregando-lhe uma peça,
Pegou-lhe a roupa, pegou trouxa, pegou tudo:
O pobre amigo desvestido até a cabeça,
Por pouco não virou um Adão de tão desnudo.
[…]”
Mauricio Mendonça Cardozo traduz um poema de Goethe. Continuar lendo “A traição da moendeira”, de Goethe, por Mauricio Mendonça Cardozo

O Divan de Goethe, por Daniel Martineschen

hoje é aniversário do velho goethe, por isso este post-homenagem com um dos que tentam mantê-lo vivo, jovem. mantê-lo em viço na nossa língua. guilherme gontijo flores * * * West-östlicher Divan O West-östlicher Divan é uma das obras mais controversas e de recepção mais complicada de Goethe. Não bastasse o título de cara misteriosa – que usa um quase-neologismo um tanto quanto modernoso (“west-östlich”) … Continuar lendo O Divan de Goethe, por Daniel Martineschen

Alguns poemas da lírica de Goethe (1749 – 1832)

Johann Wolfgang von Goethe é um daqueles nomes tão portentosos que eu não sei nem por onde começar a falar dele. Nascido em 1749 na Cidade Livre de Frankfurt e morto em 1832, podemos enxergá-lo como um dos últimos dos polímatas, tendo se envolvido não só com literatura (tanto em verso quanto em prosa e crítica), como ficou mais conhecido, mas também com biologia (especialmente botânica … Continuar lendo Alguns poemas da lírica de Goethe (1749 – 1832)