XANTO|Poesia brasileira, livros da década: partes I e II

uma casa para conter o caosdez anos de poesia brasileira [2008 – 2018] O professor da UFMG e crítico Gustavo Silveira Ribeiro escolhe e comenta os livros mais importantes da última década na poesia brasileira. Uma série de brevíssimos ensaios sobre algumas das vozes que marcaram a lírica contemporânea de 2008 para cá. Antecipamos aqui os dois textos da série, que em breve estará, completa, … Continuar lendo XANTO|Poesia brasileira, livros da década: partes I e II

XANTO|Walter Benjamin e a poesia brasileira contemporânea: apontamentos, por Gustavo Silveira Ribeiro

A história da poesia brasileira das últimas três décadas (como, aliás, de qualquer período) pode ser contada de muitas maneiras. Território aberto e ainda não de todo cartografado, o vasto campo que se tem chamado, na luta pelo reconhecimento dos seus limites e pela construção do seu sentido, de contemporâneo, admite abordagens muito diferentes entre si, cada uma delas atenta a particularidades que procuram, numa … Continuar lendo XANTO|Walter Benjamin e a poesia brasileira contemporânea: apontamentos, por Gustavo Silveira Ribeiro

XANTO | Antevéspera, noite interior: atravessar uma canção que me atravessa, por Gustavo Silveira Ribeiro

I O desejo talvez seja uma língua secreta. Escrito dentro de cada um numa espécie de criptografia particular, de difícil acesso, é às vezes quase impenetrável: código visceral, senha que se carrega imperceptível sob a pele, mas que impele o corpo para a frente, inquieta-o como uma pergunta sem resposta. Nem sempre se sabe o que se deseja, nem mesmo os motivos obscuros que levaram … Continuar lendo XANTO | Antevéspera, noite interior: atravessar uma canção que me atravessa, por Gustavo Silveira Ribeiro

XANTO| Do peito seu coração para a noite: Paul Celan e a obra plástica de Leila Danziger, por Gustavo Silveira Ribeiro

Do peito seu coração para a noite Paul Celan e a obra plástica de Leila Danziger Le monde brûle, en moi, et je marche. Edmond Jabès Para Mônica [Notas para uma série em três partes] Pallaksch, Pallaksch[1] (2010): As tiras soltas, as sobras, os retalhos de papel produzidos pelo trabalho de desleitura e apagamento de jornais feito muito frequentemente por Leila Danziger são, talvez, como … Continuar lendo XANTO| Do peito seu coração para a noite: Paul Celan e a obra plástica de Leila Danziger, por Gustavo Silveira Ribeiro

ANTOLOGIA | A extração dos dias: poesia brasileira agora, org. Gustavo Silveira Ribeiro

lançamos hoje (24/10) nosso primeiro livro digital. trata-se, pois, de uma alegria, que aqui recebe o nome de antologia, organizada por gustavo silveira ribeiro. a ideia surgiu a partir da entrevista que fiz com o organizador – que aparece como posfácio. ali, naquela conversa, evidenciava-se, por conta do rigor e do refinamento intelectual que o entrevistado ofertava, a necessidade de uma conjunção de uma reunião … Continuar lendo ANTOLOGIA | A extração dos dias: poesia brasileira agora, org. Gustavo Silveira Ribeiro

XANTO| Violáceo, vermelho-sangue, (sobre O martelo, de Adelaide Ivánova), por Gustavo Silveira

xanto o outro nome do mesmo rio. o mesmo nome de escamandro na ilíada, mas no plano divino. duplo nome para um só nume, algo que deriva, aflui, desiguala-se de si, como todo rio, para quem o vê com olhos de heráclito. xanto, no curso da poesia, pode ser o rio de pedras claras da crítica (xanthos também é “amarelo” ou “loiro” em grego), que … Continuar lendo XANTO| Violáceo, vermelho-sangue, (sobre O martelo, de Adelaide Ivánova), por Gustavo Silveira

Entrevista com Gustavo Silveira Ribeiro

é possível dizer que essa é a primeira entrevista, da série que venho fazendo, com um não-poeta, mas eu prefiro ficar com aquilo que o leminski dizia, algo como: ‘se o sujeito lê vinícius de moraes, ouve milton nascimento & chico buarque e consegue ver beleza, então esse cara é poeta’. para ler as outras entrevistas da série clique aqui. sergio maciel * * * … Continuar lendo Entrevista com Gustavo Silveira Ribeiro