XANTO|Hans Arp, por José Pierre

“São quinze pro verão” O primeiro livro ilustrado por Arp, conhecido por poucos, é uma tradução francesa do Bhagavad-Gîtâ, editada em 1914 pela Librairie de L’Art Indépendant, em Saint-Amand (Cher). Apesar da sua originalidade para a época, as ilustrações, minúsculas vinhetas aracnídeas perfeitamente desapegadas de qualquer preocupação figurativa, e apesar de serem o primeiro testemunho que nos restou dessa ruptura com o “modelo exterior”, não … Continuar lendo XANTO|Hans Arp, por José Pierre

Hans Arp (1886 – 1966), por Natan Schäfer

Hans Arp (1886 – 1966) nasceu em Strasbourg, na Alsacia. Autor de uma obra múltipla de verdade, Arp e suas realizações não conhecem fronteiras. Justamente por isso, poderíamos paradoxalmente afirmar que o lugar por excelência ocupado por Arp, equilibrista à margem da margem em permanente posição de clandestinidade, é exatamente a fronteira, ou melhor ainda, afronteira. Textualmente, expressou-se em francês e em alemão, ambas suas … Continuar lendo Hans Arp (1886 – 1966), por Natan Schäfer

Para Assionara Souza (1969—2018), In memoriam

Hoje faleceu em decorrência de um câncer a escritora Assionara Souza (1969, Caicó/RN—2018, Curitiba/PR), figura importante por sua escrita e presença em Curitiba, mas também em vários outros lugares do país. Assionara publicou Cecília não é um cachimbo(2005, também nome do seu blog), Amanhãs com Sorvete! (2010), Os hábitos e os monges (2011), Na rua: a caminho do circo (2014) e, no ano passado, Alquimista na chuva, além … Continuar lendo Para Assionara Souza (1969—2018), In memoriam