XANTO | o que as coisas mínimas ensinam sobre as revoluções: uma leitura de “a primavera das pragas” de ana carolina assis, por julya tavares

“rascunho” de joana lavôr para a capa do livro de ana carolina assis e envolto em tempestade, decepado entre os dentes segura a primavera secos & molhados “praga” é o nome que se dá a ervas ou pequenos animais que destroem plantas, móveis de madeira, livros; é, ainda, o nome da capital da república tcheca, lugar que historicamente teve um papel importante de resistência a … Continuar lendo XANTO | o que as coisas mínimas ensinam sobre as revoluções: uma leitura de “a primavera das pragas” de ana carolina assis, por julya tavares

XANTO|Coopoesia, por Jessica Di Chiara

Não é certo se Homero era um ou vários, e mesmo que fosse um o canto das musas o fazia muitos. Um poeta-coletivo. A filosofia pareceu não gostar muito disso no começo e a república vive em crise desde então. Por isso, pensar a poesia se parece tanto com refazer as relações e então produzir comunidade. (…) Acontece que, quando se juntam, pessoas casam, fundam … Continuar lendo XANTO|Coopoesia, por Jessica Di Chiara

“Agharta”, de Frederico Klumb, por Julya Tavares

Há um poema de Hilda Hilst que relaciona o desejo a uma busca pelo “outro” que ora se apresenta como “decantado/ surdo à (…) humana ladradura”, ora se revela como “o jardim aqui ao lado”. É nesta última imagem que este “outro”, no poema de Hilda, se torna corpo feito de carne e osso, sensível ao toque, ao contágio entre o que antes se afigurava … Continuar lendo “Agharta”, de Frederico Klumb, por Julya Tavares