“Depressão: uma ode”, de Coleridge, por Mavericco

(Segue agora a segunda parte da postagem da semana passada de Matheus Mavericco sobre os românticos ingleses William Wordsworth (1770 – 1850) e Samuel Taylor Coleridge (1772 – 1834) (clique aqui para a primeira parte). Na postagem anterior, Mavericco traduziu o poema “Ode: Intimations of Immortality”, de Wordsworth. Agora ele traduz “Dejection: an Ode”, de Coleridge, ainda inédito em português até onde temos notícia. Mais … Continuar lendo “Depressão: uma ode”, de Coleridge, por Mavericco

Ode sobre a melancolia – John Keats

(Para uma introdução, com breve biografia, sobre John Keats e seus principais poemas, vide minha postagem anterior, clicando aqui) A “Ode on Melancholy” é uma das cinco grandes odes que Keats escreveu em 1819 – e, com apenas 30 versos em 3 estrofes, também a mais breve. É provável que ele tenha tido como referência aqui a grande obra do século XVII de Robert Burton, … Continuar lendo Ode sobre a melancolia – John Keats

“Rapsódia de uma noite de vento” de T. S. Eliot

Eliot já não é nenhum estranho por estas bandas, sendo que já dedicamos duas postagens ao seu Prufrock, uma com a tradução de Rodrigo Gonçalves, outra com a de Rodolfo Jaruga. Agora, eu gostaria de volver nossa atenção para um dos poemas “menores” (não tão menor assim, a bem da verdade, com seus 78 versos), presente na primeira coletânea do poeta, publicada em 1920, Prufrock … Continuar lendo “Rapsódia de uma noite de vento” de T. S. Eliot

As verdadeiras formas do nada

É difícil negar que Paulo Henriques Britto seja um dos principais nomes da poesia brasileira contemporânea – bem como da tradução literária também (tendo recentemente traduzido o beemote que é o Contra o Dia, de Thomas Pynchon). E o certo frisson causado nos círculos literários pelo lançamento de seu último livro de poemas, Formas do Nada (Cia das Letras), há alguns meses já, é prova … Continuar lendo As verdadeiras formas do nada