4 traduções no jornal relevo

Essas quatro traduções – feitas por nós quatro do escamandro, cada um trabalhando com um idioma diferente e com um autor já trabalhado aqui – foram publicadas no Jornal RelevO, edição de novembro de 2012, disponível em versão impressa, mas também online, clicando aqui. Um poema de Rumi, via Coleman Barks I eis a alquimia da condição humana: no momento em que são aceitas as … Continuar lendo 4 traduções no jornal relevo

Hafez e o gazel

Na poesia persa, o gazel é um poema breve, de aproximadamente sete a quinze dísticos cuja rima é aa, ba, ca, etc. Uma de suas características mais marcantes é a afirmação do eu poético através da alusão ao nome artístico do poeta nos versos finais. Mas, como no caso da elegia erótica romana, não se deve pensar, por causa disso, que ele seja uma expressão … Continuar lendo Hafez e o gazel

Omar Khayyam

Omar Khayyam foi um sábio que viveu na Pérsia entre os séc. X-XI. Escreveu textos de matemática, astronomia e metafísica, mas se tornou especialmente conhecido no Ocidente após a tradução de Edward FitzGerald, no século XIX, de alguns de seus rubaiyat. A questão da autoria desses poemas é bastante controversa. É apenas no séc. XII que encontramos uma citação de versos seus e apenas no … Continuar lendo Omar Khayyam

Versões de um poema de Rumi

A poesia de Rumi é, para usar as palavras de Plotino a respeito da alma, como o ouro que deve ser purificado para mostrar seu esplendor. Como se trata de um místico persa do século XIII, alguns de seus símbolos e formulações são quase ininteligíveis para nós. No entanto, apesar de toda a distância , no espaço e no tempo, alguns de seus versos ainda … Continuar lendo Versões de um poema de Rumi

Mais Rumi

Mais uma versão do Rumi via Coleman Barks. Faço apenas uma observação: existem dois sufis citados no poema, Hallaj, místico do século IX-X que foi condenado à morte por suas afirmações paradoxais que beiravam a blasfêmia, e Shams, o grande mestre espiritual de Rumi. Como o poema anterior, encontrei esse no livro Rumi: bridge to the soul (n. 15, p. 48). amantes encontram lugares secretos neste … Continuar lendo Mais Rumi

Jalaluddin Rumi, meu poeta contemporâneo preferido

Jalaluddin Rumi, místico persa do século XIII, é o meu poeta contemporâneo preferido. Me explico: não leio persa; assim, conheci sua poesia através de traduções. Dentre elas, foram as versões de Coleman Barks que me fizeram entender porque alguns consideram Rumi o maior escritor místico de todos os tempos. Barks também não lê persa. É que, mais do que traduções, o que ele propõe são … Continuar lendo Jalaluddin Rumi, meu poeta contemporâneo preferido