Elizabeth Barrett Browning (1806 – 1861), por Matheus Mavericco

Do pensador político William Godwin & a pioneira do feminismo Mary Wollstonecraft (e sua filha e genro, Mary e Percy Shelley) até, digamos, Sartre & Beauvoir, temos muitos exemplos fascinantes de casais de escritores famosos na história da literatura e das humanidades em geral, mas me parece que são poucos os casais de poetas propriamente dito – o que faz com que eles sejam casos … Continuar lendo Elizabeth Barrett Browning (1806 – 1861), por Matheus Mavericco

A minha última duquesa – Robert Browning

Num momento anterior fiz uma postagem aqui no escamandro sobre um poema chamado “O amante de Porfíria”, do poeta vitoriano Robert Browning, em tradução minha (clique aqui). Na ocasião, mencionei a existência de um volume de traduções já para o português de alguns dos seus monólogos dramáticos, vertida por João Almeida Flor – uma edição, no entanto, infelizmente rara. Mas, por sorte, graças ao Flávio … Continuar lendo A minha última duquesa – Robert Browning

Ulisses – Lorde Alfred Tennyson

Lorde Alfred Tennyson (1809 – 1892), mais um dos membros tardios do romantismo inglês, é uma das maiores vozes do período – e eu já disse algumas palavras sobre esse que pode ser visto como o terceiro momento do romantismo, muito pouco estudado e traduzido em português, num post anterior sobre o seu contemporâneo Robert Browning (clique aqui). No entanto, assim como com Browning, que … Continuar lendo Ulisses – Lorde Alfred Tennyson

O Amante de Porfíria – Robert Browning

O período romântico inglês é uma coisa cronologicamente complicada. A primeira geração começa com William Wordsworth, Samuel Taylor Coleridge (que juntos publicam as famosas Lyrical Ballads em 1798) e, à parte deles, William Blake. No entanto, os dons de Wordsworth e Coleridge são muito menos longevos do que eles próprios, que nascem em 1770 e 1772, respectivamente, e morrem só em 1850 e 1834. O … Continuar lendo O Amante de Porfíria – Robert Browning