Max Hölzer (1915 – 1984), por Natan Schäfer

Max Hölzer (1915 – 1984) nasceu em Graz (Áustria). Formado em Direito, foi leitor e tradutor em diversas editoras alemãs. Juntamente com Edgar Jené (sobre quem Paul Celan publica em 1948 o ensaio “O sonhos dos sonhos”, em alemão “Der Traum von Träume”), de 1950 a 1952 editou a revista Surrealistischen Publikationen, onde publica pela primeira vez após a Segunda Guerra traduções de Breton, Péret, … Continuar lendo Max Hölzer (1915 – 1984), por Natan Schäfer

Peter Waterhouse (1956—), por Matheus Guménin Barreto

“Tropeçamos no porão e lá calamos. Mas
pela escada subimos à casa e
em cima comemos a geleia de amarena achada embaixo. Mas significa aqui:
Depois do terrível tropeçar nós nos
metamorfoseamos e calamos maravilhosamente.
Sobre o que calamos?”

Matheus Guménin Barreto traduz o austríaco Peter Waterhouse. Continuar lendo Peter Waterhouse (1956—), por Matheus Guménin Barreto

Ingeborg Bachmann (1926-1973), por Matheus Guménin Barreto

Ingeborg Bachmann nasceu em 1926, na Áustria. Poeta, romancista, tradutora, libretista, ensaísta e dramaturga, recebeu em 1964 o Prêmio Georg Büchner. Ainda em vida foi reconhecida como uma das mais potentes vozes da literatura em língua alemã e no panorama literário europeu foi posta ao lado de nomes como Virginia Woolf e Samuel Beckett, enquanto leitores brasileiros veem semelhanças entre sua obra e a de … Continuar lendo Ingeborg Bachmann (1926-1973), por Matheus Guménin Barreto

Ernst Herbeck (1920-1991) por Cristiane G. Bachmann

Ernst Herbeck (Stockerau, 1920-Gugging, 1991) tornou-se poeta de um modo incomum. Depois de oito anos de silêncio e isolamento, numa rotina controlada diariamente por psicotrópicos e choques insulínicos que lhe eram aplicados como tratamento no hospital psiquiátrico de Maria Gugging (Áustria), onde foi internado aos 26 anos, Herbeck foi convidado por Leo Navratil[i] a envolver-se com o entorno por meio da escrita. Navratil, antropólogo e … Continuar lendo Ernst Herbeck (1920-1991) por Cristiane G. Bachmann

Ingeborg Bachmann, por Adelaide Ivánova

Ingeborg Bachmann é uma poeta canceriana nascida na Áustria em 1926. Lançou dois livros de poesia – Die gestundete Zeit (1953) e Anrufung des Größen Bären (1956), e depois parou, disse que não ia escrever poesia nunca mais, que ia se dedicar à prosa (de fato, teve uma produção intensa, escrevendo novelas, contos, romances, libretos etc., que lhe renderam grande prestígio). E à prosa se … Continuar lendo Ingeborg Bachmann, por Adelaide Ivánova

Thomas Bernhard – Na Terra e no Inferno

Thomas Bernhard (1931-1989) é mais conhecido como um dos mais importantes prosadores austríacos do século XX. Entretanto, também cultivou a poesia no início de sua carreira literária. Seu livro de poemas Na Terra e no Inferno foi publicado em 1957, seis anos antes do primeiro romance, Frost. Segundo José Palma Caetano, na introdução à sua tradução portuguesa de Na Terra e no Inferno, “esses poemas, mesmo com alguns aspectos menos … Continuar lendo Thomas Bernhard – Na Terra e no Inferno

Ingeborg Bachmann

Nascida em Klagenfurt, Áustria, em 1926, Ingeborg Bachmann se tornou uma das mais interessantes poetas de língua alemã do pós-guerra. Influenciados pela poesia de Rilke e Celan, mas também por filósofos como Heidegger e Wittgenstein (doutorou-se em filosofia pela Universidade de Viena com a tese Recepção Crítica da Filosofia Existencial de Martin Heidegger), seus poemas, repletos de evocações da natureza e imagens herméticas apontam para o silêncio … Continuar lendo Ingeborg Bachmann