“Agharta”, de Frederico Klumb, por Julya Tavares

Há um poema de Hilda Hilst que relaciona o desejo a uma busca pelo “outro” que ora se apresenta como “decantado/ surdo à (…) humana ladradura”, ora se revela como “o jardim aqui ao lado”. É nesta última imagem que este “outro”, no poema de Hilda, se torna corpo feito de carne e osso, sensível ao toque, ao contágio entre o que antes se afigurava … Continuar lendo “Agharta”, de Frederico Klumb, por Julya Tavares

Fando y Lis (1968), de Jodorowsky, um filme-poema

Que bonito es un entierro Que bonito es un entierro Iré a verte al cementerio Con una flor y un perro Con una flor y un perro É comum fazermos algum esforço aqui no escamandro para correlacionar a poesia e outras artes, como a música e as artes visuais. Eu, pessoalmente, se não faço muitos posts sobre essas temáticas, lhes digo que é menos por … Continuar lendo Fando y Lis (1968), de Jodorowsky, um filme-poema