José Pinto (1988—)

José Pinto (Vila Real, 1988) é poeta, dramaturgo, tradutor, performer e psicólogo; vive hoje em Elgas, Portugal. É autor de três livros; dois de poemas em formato, por assim dizer, tradicional: Humanus (Corpos, Portugal, 2015) e Chá para o nevoeiro (Urutau, Brasil-Galiza, 2021). E de um que resulta de seu trabalho como dramaturgo, o delicado e forte TOCA: oito poemas de amor e uma canção angustiada (UMCOLETIVO, Portugal, 2021), a … Continuar lendo José Pinto (1988—)

Alejandra Pizarnik: “o inferno musical”, por nina rizzi

 Alejandra Pizarnik já apareceu diversas vezes aqui na escamandro, sendo a primeira em 2012: a tradução integral de seu primeiro livro La tierra más ajena/ A terra mais ao longe, em tradução do nosso então editor Vinícius Ferreira Barth, tradução primorosa que aliás muito me inspirou nas minhas próprias (suas traduções foram dividas em parte 1 e parte 2), e no mesmo ano Barth traduziu … Continuar lendo Alejandra Pizarnik: “o inferno musical”, por nina rizzi

essa língua tão áspera: Lioba Happel, por Valeska Brinkmann

bordão dos bordões estampado nos melhores trapos e na pior alta costura: “a tradutora é uma traidora” – mesmo que na nossa língua machista [e racista, homofóbica, etc.] lemos-ouvimos no masculino. fonte segura do século XVI, malinche em pessoa me apareceu em sonho pra dizer: quando trump separou as crias da mamis e quis botar um muro separando o mundo da sua coroa megalomaníaca, culparam … Continuar lendo essa língua tão áspera: Lioba Happel, por Valeska Brinkmann

Concret_s como frutos nítid_s como pássaros (I): Explicação, Miguel-Manso

“Concretos como frutos nítidos como pássaros” é uma série dedicada à divulgação da poesia portuguesa contemporânea no Brasil. EXPLICAÇÃO Apesar de partilharem a mesma língua e poder assumir-se que isso facilitaria a circulação constante e ininterrupta dos trabalhos poéticos das(os) poetas portuguesas(es) no Brasil e das(os) poetas brasileiras(os) em Portugal, esta lógica não corresponde à realidade das últimas décadas. As razões pelas quais os trabalhos … Continuar lendo Concret_s como frutos nítid_s como pássaros (I): Explicação, Miguel-Manso

5 poemas de Rafael Zacca

Rafael Zacca nasceu em 1987 e vive no Méier, Rio de Janeiro. Publicou o menor amor do mundo (7Letras) em outubro deste ano, que se soma a A estreita artéria das coisas (editora Garupa), Mini Marx (7Letras) e Mega Mao (Caju). Também oferece oficinas de criação e, sobre isso, publicou, com o coletivo Oficina Experimental de Poesia, o Almanaque Rebolado (várias editoras). É crítico, além de professor no departamento … Continuar lendo 5 poemas de Rafael Zacca

Marconi Fonseca

Marconi Fonseca é poeta,  reside em Vitória (ES), formou-se em Direito pela Universidade de Velha- UVV e em Letras/Português pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Foi um dos idealizadores do Sarau Poético “O Quinze” que ocorreu continuamente em Vitória (ES) entre os anos de 2002/2012. Lançou as obras poéticas Marcha dos Fragmentados em 2015, Ratos Retumbantes em 2018 e Assim que a Chuva … Continuar lendo Marconi Fonseca

Paulo Colina (1950—1999)

Este post é um modo de comemorarmos e celebrarmos o lançamento da Poesia reunida de Paulo Colina, um poeta que consideramos importantíssimo, que merece ser mais lido, neste ano em que ele completaria setenta voltas solares. O trabalho da edição é de Eunice Souza e Marciano Ventura, publicada pela Ciclo Contínuo Editorial, com apresentação de Oswaldo Camargo e Posfácio de Ricardo Riso, realizando um acontecimento … Continuar lendo Paulo Colina (1950—1999)

Goliarda Sapienza, por Valentina Cantori

Goliarda Sapienza (1924-1996) foi atriz, poeta e prosadora italiana. Apesar de ter escrito muitas obras, veio a ser reconhecida apenas neste novo século com a publicação de l’Arte della gioia, seu romance de destaque. Porém, é importante dizer que Sapienza, antes de ser prosadora, é poeta: nos anos 1950 compôs Ancestral, livro de poemas que permaneceria inédito até 2013. Esse foi o ato de nascença … Continuar lendo Goliarda Sapienza, por Valentina Cantori

Maria Lúcia Alvim lê dois poemas de “Batendo pasto”

Depois de quarenta anos sem lançar poemas inéditos em livro, Maria Lúcia Alvim (1932—) publicou este ano Batendo pasto, livro composto em 1982, que estava sob a guarda de Paulo Henriques Britto. O livro saiu pela Relicário Edições com paratextos de Britto, Ricardo Domeneck e Guilherme Gontijo Flores. Aqui apresentamos duas filmagens em que Maria Lúcia lê poemas do livro, em filmagens e foto feitas … Continuar lendo Maria Lúcia Alvim lê dois poemas de “Batendo pasto”

Miriam Adelman

Miriam Adelman nasceu, em 1955, em Milwaukee, Wisconsin (EUA). Aos 19 anos, encontrou seus primeiros caminhos “para o mundo”, indo para o México, onde permaneceu por 9 anos, dedicando-se, entre outras coisas, aos estudos em Sociologia na Universidad Nacional Autónoma de México. Mora em Curitiba, desde 1991, onde é professora da UFPR. Além de lecionar nos programas de pós-graduação em Sociologia e Estudos Literários dessa … Continuar lendo Miriam Adelman