Finn’s Hotel

Finn’s Hotel, o dito “livro perdido de James Joyce”, foi publicado pela primeira vez como um volume à parte só em 2013, em junho (só podia), pela editora Ithys Press, numa edição acompanhada de ilustrações do cartunista Casey Sorrow. Ao que parece, pelo menos em sua maior parte, não se trata exatamente de um texto “novo”, nem perdido no sentido arqueológico da palavra, mas de … Continuar lendo Finn’s Hotel

Quatro manhãs de Rimbaud

  Aproveitando o embalo da temática do poema em prosa da minha postagem anterior sobre o Gaspard de la Nuit, de Aloysius Bertrand, geralmente visto como o pai do gênero na França, agora voltaremos nossa atenção sobre Rimbaud. Como se sabe, a obra de Rimbaud inclui, além de poemas famosos em verso propriamente como “Vênus Anadiômene”, “Vogais”, “No Cabaré Verde”, “O adormecido do vale”, “Oração da … Continuar lendo Quatro manhãs de Rimbaud

Gaspard de la Nuit

Louis Jacques Napoléon Bertrand – ou Aloysius Bertrand, que era como assinava seus textos – foi um poeta francês do começo do século XIX. Piemontês nascido em Ceva, em 1807, à época território francês, Aloysius passou a maior parte de sua vida na cidade de Dijon, cuja variedade arquitetônica de construções do passado, remetendo aos períodos capetiano, gótico e renascentista, serviu claramente de inspiração para … Continuar lendo Gaspard de la Nuit

James Joyce, Finnegans Wake

O irlandês James Augustine Aloysius Joyce (1882 – 1941) é provavelmente o mais badalado dos escritores do século XX – qual outro, afinal, tem um dia, como o de hoje, dedicado a si? Ou pior, aliás, não a ele propriamente, mas a um personagem que foi criação sua. E, no entanto, ele teve uma carreira razoavelmente enxuta, consistindo de um livro de contos chamado Dublinenses … Continuar lendo James Joyce, Finnegans Wake