Shelley – duas cenas do ato 3 de Prometheus Unbound

E eis que, por alguma curiosa coincidência, ocorreu que eu acabei, finalmente, defendendo a minha dissertação (que trata de Shelley) nessa última sexta-feira, dia 2, enquanto o aniversário de 221 anos do poeta, nascido em 1792, se deu ontem, dia 4 de agosto. Dada a ocasião, então, parece-me apropriado fazer um post (duplamente) comemorativo. Eu já tratei da poesia de Shelley aqui no escamandro em … Continuar lendo Shelley – duas cenas do ato 3 de Prometheus Unbound

Elizabeth Bishop – Em apreciação dos poemas de Shelley

2012 é um bom ano para a poeta Elizabeth Bishop. Além de termos um filme, intitulado The Art of Losing ou Flores Raras, em português, saindo este ano, sobre a relação amorosa dela com a arquiteta Lota de Macedo Soares, a Companhia das Letras recentemente publicou um volume de poesia da autora chamado “Poemas do Brasil” (tradução de Paulo Henriques Britto). Curiosamente, tive notícia desses … Continuar lendo Elizabeth Bishop – Em apreciação dos poemas de Shelley

lord byron: prometheus (1816)

George Gordon Byron (1788-1824) é um dos mais destacados poetas britânicos do romantismo – talvez o mais – assim como um dos símbolos maiores da poesia romântica. Junto com Shelley, incorpora vastamente em sua obra os sentimentos de rebeldia, melancolia e deslocamento da figura do artista com relação ao convívio social. Não é por acaso que o titã Prometeu – e Jesus Cristo também – … Continuar lendo lord byron: prometheus (1816)