Rachel Hadas (1948—), por Rodrigo Gonçalves

Rachel Hadas é autora de mais de vinte livros de poesia, ensaios e traduções. Poems for Camilla foi publicado em 2018 pela Measure Press, que lançará Love and dread ainda em 2020. Uma coleção de seleções de prosa, Piece by piece, será publicada por Paul Dry Books em 2021. Rachel Hadas é Board of Governors Professor of English na Rutgers University-Newark, Nova Jersey, EUA, onde … Continuar lendo Rachel Hadas (1948—), por Rodrigo Gonçalves

Brendan Constantine, por Rodrigo Tadeu Gonçalves

“[…]
Talvez. Talvez seja tudo que dissemos. Talvez tudo
que não dissemos. São as palavras e os espaços pras palavras.
E agora eles se entreolham. É tudo nesta sala
e fora dela, e descendo a rua, e no céu.

Talvez. Talvez seja tudo que dissemos. Talvez tudo
que não dissemos. São as palavras e os espaços pras palavras.
E agora eles se entreolham. É tudo nesta sala
e fora dela, e descendo a rua, e no céu. ”

Rodrigo Tadeu Gonçalves traduz esse poema do norte americano Brendan Constantine, que parece escrito para nós. Continuar lendo Brendan Constantine, por Rodrigo Tadeu Gonçalves

XANTO | Rodrigo Tadeu Gonçalves e a transfiguração do espasmo em ironia, por Sergio Maciel

[…] Tudo chega de um mundo antiquíssimo Onde encontraremos pedaços desajustados de fotografias: Recortes de pensamentos visuais E um amor que não quer colaborar com a morte – Vasto pássaro bicando as montanhas lavadas. “Natureza”, de Murilo Mendes   Há uma miríade de sentimentos que podemos nutrir diante de situações traumáticas, e a psicologia vai dar conta disso, o que me interessa aqui, particularmente, é … Continuar lendo XANTO | Rodrigo Tadeu Gonçalves e a transfiguração do espasmo em ironia, por Sergio Maciel

De Rerum Natura (vv. 824-1023, III), de Lucrécio, por Rodrigo Gonçalves

há quase um ano eu trouxe aqui um trecho do canto terceiro do poema épico “de rerum natura” (da natureza das coisas), do poeta romano lucrécio, na tradução de rodrigo tadeu gonçalves (clique aqui). hoje, vem à luz o trecho final deste canto e o desejo de ver logo a tradução publicada na íntegra. sergio maciel * * *   Pois, além de adoecer com … Continuar lendo De Rerum Natura (vv. 824-1023, III), de Lucrécio, por Rodrigo Gonçalves

Rodrigo Gonçalves (1981-)

  Rodrigo Tadeu Gonçalves (Jaú, 1981) é professor de Língua e Literatura Latina na Universidade Federal do Paraná, além de tradutor e ensaísta. Atualmente ocupa também o cargo diretor da Editora UFPR. Publicou em 2015 o livro Performative Plautus: Sophistics, Metatherater and Translation e organizou a obra A Comédia e seus duplos: o Anfitrião de Plauto, publicada em 2017, pela Koetter Editorial. Com Guilherme Gontijo … Continuar lendo Rodrigo Gonçalves (1981-)

De Rerum Natura de Lucrécio, por Rodrigo Gonçalves

tito caro lucrécio (99 a.C. – 55 a.C.) já apareceu por aqui, em tradução de mario domingues (clique aqui). naquela ocasião, trouxemos um excerto do livro vi, conhecido também como o “livro do clima e da terra”. agora, outro excerto (III, vv. 417-505) vem à luz, desta vez do livro iii, ou “livro da mortalidade e da alma”, em tradução rítmica de rodrigo tadeu gonçalves. … Continuar lendo De Rerum Natura de Lucrécio, por Rodrigo Gonçalves

“Dora”, de Rodrigo Tadeu Gonçalves

rodrigo, meu irmão de perto, gabi, minha irmã, oli, minha quase-filha, algumas datas são impossíveis, porque têm de ser tudo entrelaçado, entre dor e alegria, o último fio da dora, o primeiro ano do dante, nossos entreafilhados, amores partilhados que a gente leva adiante, com ou sem silêncio. não sei muito o que dizer, só que acredito mesmo que o amor seja revolucionário, o amor … Continuar lendo “Dora”, de Rodrigo Tadeu Gonçalves

O urubu, de Edgar Allan Poe – uma tradução-exu

“The Raven”, de Edgar Allan Poe, é uma das peças fundamentais da modernidade poética, que costuma ver seu auge na obra de Baudelaire (que traduziu a obra de Poe ao francês); mais que isso, “The Raven” é um poema repetidamente traduzido e comentado em língua portuguesa, um texto que já passou pelas mãos de Machado de Assis, Fernando Pessoa e Haroldo de Campos, dentre tantos … Continuar lendo O urubu, de Edgar Allan Poe – uma tradução-exu

A adormecida – Poe

Poe (1809 – 1849), como deixou claro um post anterior aqui no escamandro, escrito pelo Vinicius Ferreira Barth sobre o poema “O Corvo”, é um autor que dispensa apresentações. Todos sabem quem ele é, etc. Mas há algo de curioso no modo como recebemos a obra de Poe. Em vida, ao que tudo indica, ele era mais conhecido como crítico do que como autor, e, … Continuar lendo A adormecida – Poe

O Paraíso Reconquistado de John Milton

Eu, que há pouco o feliz Jardim cantei, Perdido em desobediência, canto Aos homens recobrado Paraíso, Provada a obediência de outro homem Por toda a tentação, o Tentador Frustrado em seus ardis, vencido e expulso, E o Éden ressurgido em vasto ermo. Assim começa a continuação do Paraíso Perdido, de John Milton, intitulado, em nossa tradução, Paraíso Reconquistado (Paradise Regained, no original. Motivo de várias … Continuar lendo O Paraíso Reconquistado de John Milton