XANTO|”Não saber cantar é não ser canto?”, por José Pinto

Casem-se os poetas com a respiração do mundoBaltasar Lopes (Osvaldo Alcântara), poeta cabo-verdiano Escrito em 1942, o poema de Paul Éluard hoje conhecido pelo título ‘Liberté’ foi transportado clandestinamente de França, ocupada pelos nazis, para Inglaterra. Em 1943, o poema foi lançado por aviões aliados nos céus da Europa em guerra e refaço o exercício de imaginar o que poderia ter sentido um judeu num … Continuar lendo XANTO|”Não saber cantar é não ser canto?”, por José Pinto

Três mulheres, de Sylvia Plath, por Rafael Zacca

SOBRE A TRADUÇÃO Sylvia Plath (1932-1963) compôs Três mulheres como um livro-poema radiofônico. Nesse sentido, não foi escrito para ser lido individualmente, em silêncio, mas para ser falado. Inclui, em sua própria forma, um desejo comunitário. Trata-se, de fato, de uma comunidade de incomuns. As três Vozes do poema são de mulheres que tomaram rumos distintos com relação a uma situação de possível maternidade. (Sobre … Continuar lendo Três mulheres, de Sylvia Plath, por Rafael Zacca

É ISTO UMA MULHER? #1, por Nina Rizzi

Participei em junho deste ano da graça de doismilizezoito do Festival Vida & Arte, promovido pelo Jornal O Povo, no debate intitulado “E a mulher escreveu o mundo”, com Ana Paula Maia, Juliana Diniz e Marília Lovatel.  Em um dado momento comentei uma entrevista com Ana Paula Maia em que o entrevistador ressaltava o talento e êxito de suas narrativas por não se parecem em … Continuar lendo É ISTO UMA MULHER? #1, por Nina Rizzi

I am vertical, de Sylvia Plath, em multitradução de Rafael Zacca

Apresentação de “9 traduções de I am vertical, de Sylvia Plath” A tradução coloca, no limite que ela é, em questão a questão do outro. O autor do texto traduzido é também outro autor, o tradutor, mesmo que, antes de o texto ser traduzido, o autor dele já fosse outro de si mesmo, ao menos durante o texto. Se não há, para os textos, o … Continuar lendo I am vertical, de Sylvia Plath, em multitradução de Rafael Zacca

“Tulipas”, de Sylvia Plath, por Enrique Carretero.

Sylvia Plath nasceu em Boston em 1932 e morreu em Londres em 1963. Sua obra é classificada no gênero de poesia confessional. Publicou The Colossus and other poems na Inglaterra em 1960, mas seu grande sucesso veio com a publicação póstuma de Ariel, em 1965. Em 1981, o viúvo de Plath, Ted Hughes, edita e publica Collected Poems, livro com poemas escritos por ela desde … Continuar lendo “Tulipas”, de Sylvia Plath, por Enrique Carretero.

Um micro-panorama de poetas mulheres

Aproveitando a data do dia da mulher, nós do escamandro gostaríamos de compartilhar alguns poemas de nossas poetas mulheres favoritas. A ideia não é fazer um post para elaborar um comentário mais a fundo agora (o que seria, aliás, será feito melhor no futuro, com maior atenção… eu mesmo estava tentando uma tradução da Bishop, mas a tarefa acabou sendo mais difícil do que eu … Continuar lendo Um micro-panorama de poetas mulheres