“Ode — Indícios de Imortalidade”, de Wordsworth, por Ricardo Neves

A poesia aparece em lugares inesperados. Encontrei-me com a “Ode” de Wordsworth lendo um dos livros do conhecido autor de divulgação científica Stephen Jay Gould, “Ever since Darwin”, capítulo “The Child as Man’s Real Father”. Como contraponto à argumentação puramente científica do seu texto, Gould cita um trecho da Ode:   Though nothing can bring back the hourOf splendour in the grass, of glory in … Continuar lendo “Ode — Indícios de Imortalidade”, de Wordsworth, por Ricardo Neves

“Ode: prenúncios de imortalidade”, de Wordsworth, por Mavericco

Já vimos poemas de Coleridge, Blake, Byron, Shelley & Keats aqui no escamandro: agora William Wordsworth, Poeta da Natureza, é o último dos grandes românticos ingleses que faltava para dar as caras em nosso blogue – last but not least, claro, dada a imensa influência que ele foi para todos os outros e para toda a poesia inglesa, senão a poesia do ocidente em geral. … Continuar lendo “Ode: prenúncios de imortalidade”, de Wordsworth, por Mavericco